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Ateísmo = (Sofisma + Altivez) – Parte II

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O teísmo é anticientífico

Explicando novamente as variáveis da equação:

Sofisma é uma mentira, propositalmente maquiada por argumentos verdadeiros, para que possa parecer real.

Altivez é atitude de arrogância; de intolerância, soberba. Amor próprio, superioridade. Manifestação do orgulho ofendido; sobranceria; orgulho nobre; elevação;

Mas vamos voltar  ao argumento ateísta onde diz que o teísmo é anticientífico:

Esse argumento diz que a ciência descarta a possibilidade da existência de um Deus, pois Deus não pode ser visto, sentido nem observado seguindo a Teoria da ciência, da origem ou da natureza. Logo, crer  em Deus é anticientífico.

Vamos à altivez do argumento?

É bem direto nesse caso, sofisma puro!  A crença aqui é de que a ciência é fundamentalmente composta por ateus ou por si só é atéia, e,  consequêntemente o teísmo tem de ser considerado contra a ciência.

Os que apoiam esse ponto de vista são bem rápidos em acrescentar: “O teísmo é anticientífico, não passa de lixo supersticioso”. Os Teístas (pessoas que acreditam em Deus) não passam de ignorantes sem estudo que são enrolados.

Tadinhos dos contadores, economistas, matemáticos, engenheiros , químicos, biólogos  e filósofos teístas!  Muito burrinhos e sem informações! (Estou usando de sarcasmo).

Vamos ao sofisma do argumento?

Por acaso a ciência descarta que quando um jogador de futebol está entre o goleiro e o ultimo defensor do time adversário, ele está impedido?

Ora, não né?! Isso é totalmente anticientífico?  impedimento?  Coisa de doido? Seriam os torcedores de futebol apenas idiotas e supersticiosos?

A verdade é que a ciência não nega nem nunca negou a existência de Deus, mais do que nega as regras do futebol.

Deus, como qualquer regra de qualquer regra de esporte, é simplesmente uma ideia para a qual a ciência não é importante. Realmente todas as questões do “além” são, por sua própria natureza, inabordáveis pela ciência. Mas com toda a certeza a mesma não descarta a existência dessas coisas; ela apenas reconhece que elas não estão sujeitas à investigação científica.

A crença em Deus não é anticientífica, no sentido de que seja contrária à ciência, apenas mostra a limitação da mente humana…

Blaise Pascal, filósofo, matemático e físico francês do século XVII  criou uma aposta onde  postula que há mais a ser ganho pela suposição da existência de Deus do que pelo ateísmo, e que uma pessoa racional deveria pautar sua existência como se Deus existisse, mesmo que a veracidade da questão não possa ser conhecida de fato.

  • se você acredita em Deus e estiver certo, você terá um ganho infinito;
  • se você acredita em Deus e estiver errado, você terá uma perda finita;
  • se você não acredita em Deus e estiver certo, você terá um ganho finito;
  • se você não acredita em Deus e estiver errado, você terá uma perda infinita.
Deus existe (G) Deus não existe (¬G)
Acreditar (B) +∞ (ganho infinito) −1 (perda finita — 1 vida)
Não acreditar (¬B) −∞ (perda infinita) +1 (ganho finito — 1 vida)

 

Mas isso não passa de algaravias para os Altivos, que se acham os especiais!

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